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Artist Biography

Nome: viviane gibin

Arte: Pintura em aquarela

Nacionalidade: Brazil

Data de Nascimento: 1970-01-23

Contacto:55 19 34134121


viviane gibin Pintura em aquarela Brazil

Biografia:

VIVIANE GIBIN 
 
 
- 2010 
 
 
Nascimento: 23/01/1970 Filiação: João Gibin e Carmen Júlia P. Gibin 
Naturalidade: Piracicaba Nacionalidade: Brasileira 
Telefones: (19) 3413 4121 / (19) 9741 1808 Email: vgibin@prsp.mpf.gov.br 
 
FORMAÇÃO ACADÊMICA 
 
Graduação  
Licenciatura e Bacharelado em Educação Artística – Habilitação em Artes Plásticas  
UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas - SP  
Instituto de Artes 
Período: 1988 – 1991 
 
Especialização 
Em Desenho, com orientação de Marco Butti 
Arquitetura de Interiores, com orientação de Freddy Van Camp 
Escultura, com orientação de Álvaro de Bautista 
Período: 1992 
 
 
HISTÓRICO ARTÍSTICO 
 
1988 Estudou desenho, pintura, escultura, gravura, fotografia na Unicamp com ícones como Álvaro de Bautista, Marco Buti, Lygia Arcuri Eluf, Geraldo Porto, Daysi Piccinini, Hermelindo Nardin, Marco Antonio Alves do Valle, Fúlvia Gonçalves, Hélio Solha, Sueli Pinotti, Geraldo Archangelo, José Roberto Teixeira Leite, Berenice Toledo, Lúcia Fonseca e Suely Pinotti. 
Durante o período acadêmico participou de exposições coletivas na Galeria de Artes do Instituto de Artes da Unicamp. Período: de 1988 a 1992. 
 
1990 Exposição com Daniele Zandoná e Cássia Giovana Inácio, no espaço cultural do Bar Balbina Blum, no Cambuí em Campinas 
 
1991 Maquetista – execução de maquetes para Construção Civil. Período: de 1991 a 1999. 
 
2002 Depois de passar 8 anos em São Paulo, afastada da produção artística, retorna a Piracicaba e a seus estudos no atelier de Denise Storer, visando especificamente o aprendizado da aquarela, que era a personificação do desafio, da expressividade e do domínio do desenho, da água, da cor, da transparência. A princípio, dedica-se a um curso de “desenho com o lado direito do cérebro”. A partir de 2003, para entrar iniciar-se na técnica começa pintando paisagens de Piracicaba e de lugares que conheceu durante suas viagens. Continua pintando paisagens até o ano de 2006, quando sentiu que já tinha domínio suficiente da técnica para partir para a sua produção artística visceral, racional e questionadora, iniciada no período acadêmico e que por quase 15 anos ficara latente, aguardando o momento de ser colocada para fora. O período de paisagens foi encerrado e enterrado em uma exposição coletiva com os artistas Margarete Zênero (óleo) e Rubens Zílio (acrílica) na Casa do Povoador em Piracicaba. 
 
 
2006 Iniciou a produção direcionada ao seu projeto pessoal, retomando o estudo da figura humana, um de seus principais enfoques desde os tempos da faculdade, bem como da mancha e suas nuances, também iniciado no período acadêmico com o estudo da caligrafia japonesa aplicada, porém, em desenhos de “cortes” do corpo humano, tendo como resultado um desenho que passava aos mais desapercebidos como abstrato, mas que ocultava partes de figuras humanas. Essa paixão pela figura humana, suas expressões, seu interior e sua beleza, independente de raça, sexo, ou idade, volta à tona com toda força, mas agora utilizando-se da técnica da aquarela. A partir daí, a figura humana não é mais suficiente. Não são mais suficientes corpos com bom desenho, composições agradáveis, cores harmoniosas, domínio da técnica de pintura. A evolução leva à interiorização desses corpos, às suas mentes, aos seus sentimentos, às suas emoções. Volta a sua mente à voz do modelo que posava durante as aulas de desenho na Unicamp, que nas pausas para descanso, chegava a seus desenhos e dizia “eu gosto dos seus desenhos porque você capta o que eu estou sentindo”. Assim, a produção passa a retratar de forma explícita os dramas de sua vida pessoal, seus medos, suas dores, seu sofrimento, e também, sim, sua capacidade de ver beleza em tudo e de ser feliz com pequenas coisas, seu deslumbramento pela vida, sua força e sua decisão de continuar, apesar de todos os infortúnios. Em alguns momentos, as limitações da aquarela, principalmente no que diz respeito ao tamanho, limitando a explosão de emoções e sentimentos, são quebradas e o suporte passa a ser grandes telas trabalhadas com tinta acrílica aguada. A produção é totalmente emocional e dificilmente deixa o expectador impassível diante de sua visceralidade, expressividade e sensibilidade. Impossível não se identificar com nenhuma cena. As cenas são apresentadas em trios ou quartetos que evidenciam momentos da vida da artista e por si só contam a história, que é a dela, mas que poderia e pode ser a de cada um dos que as vêem. Cada expectador, com sua vivência, experiência e grau de consciência vai interpretar, sentir e se identificar de formas diferentes com cada um dos conjuntos. A necessidade de pintar, aliada a sua busca interior com o intuito de auto-entendimento, auto-conhecimento e principalmente de uma catarse para livrar-se das travas, nós e traumas que atravancam sua vida, algo que a princípio estraçalha o corpo, dilacera o coração e atormenta a mente, tira o chão, desconstrói o mundo e desestrutura a vida, acaba por permitir depois, o juntar de parte por parte e a construção de um ser mais fortalecido e equilibrado. E esse processo de busca, culminou na exposição: “CATARSE. ESPARRAMAR-SE. CATAR-SE.”, que mostra a artista por inteiro. Nua e crua, sem censura, com suas convicções, experiências, vivências, idéias e percepção única de si própria da vida, das pessoas e do mundo. 
Durante esse período, entrou em alguns salões como o Salão de Belas Artes de Piracicaba, o Salão Ararense de Artes Plásticas - Antonio Rodini, de diversas edições de “Com Tinta e Pincel”, dos alunos do Ateliê Denise Storer, do Salão de Mogi Mirim, da Mostra “Almeida Jr” e da “Recantos de Piracicaba”. Nessas exposições, participou exclusivamente com aquarelas. 
Foi também presidente da comissão organizadora da Mostra Almeida Júnior e trabalhou nos bastidores de muitas exposições promovidas pela APAP, auxiliando na organização e curadoria. 
 
2009 Foi convidada a fazer parte do rol de artistas que participaram da 2ª fase do “Colorindo a saudade”, projeto implantado pela Secretaria Municipal de Ação Cultural com apoio da APAP (Associação Piracicaba dos artistas plásticos), onde artistas da cidade pintaram o muro lateral do cemitério, transformando-o em uma galeria a céu aberto, com painéis de 3x2m. Nesse projeto, “dentro do tema proposto”, fez questão de manter sua identidade. A escolha de uma foto de seu filho tirada há uns 5 ou 6 anos atrás, uma criança com expressão de curiosidade, ou como alguns passantes chegaram a comentar que “parece que está espiando”, é mesmo a imagem de quem observa e absorve o que está se passando é o retrato fiel da criança que ele foi enquanto passamos por todos os problemas da nossa vida, mas mesmo assim continuando a ser companheiro e um verdadeiro anjo que dava forças para continuar, principalmente para torna-lo uma pessoa íntegra e ética. Era um anjo, ajudando a torna-lo um anjo, esse anjo inocente mas onisciente que está a espreita na Avenida Independência. 
 

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